Vereadora publica post em tom de denúncia e gera debate sobre intolerância religiosa

Zeneida de Navêzuarina se manifestou nas redes sociais após a publicação do vídeo de Sofia Andrade, do PL As informações são do site Rondônia Dinâmica. As informações são do site Rondônia Dinâmica. As informações são do site Rondônia Dinâmica. As informações são do site Rondônia Dinâmica.Zeneida de Navêzuarina se manifestou nas redes sociais após a publicação do vídeo de Sofia Andrade, do PL
Vereadora publica post em tom de denúncia e gera debate sobre intolerância religiosa

A vereadora Sofia (partido) publicou um vídeo criticando a apresentação do livro infantil “Meu Terreiro, Meu Axé!”, de Zeneida de Navêzuarina, na Escola Joaquim Vicente Rondon. A autora afirma que a obra promove representatividade e respeito à diversidade religiosa, combatendo a intolerância desde a infância. No vídeo, a parlamentar borrou o rosto de Zeneida, mas manteve seu perfil de divulgação visível.

Reações nas redes sociais

A publicação dividiu opiniões:

  • Apoiadores defenderam o “controle parental” sobre o ensino religioso, alegando que pais devem autorizar previamente conteúdos abordados em sala.
  • Críticos acusaram a vereadora de intolerância religiosa seletiva, já que sua postura não se aplica a religiões majoritárias. Um usuário destacou: “Se fosse uma oração cristã, não haveria discussão. A regra deve valer para todas as religiões.”

Laicidade do Estado e fundamentos legais

Constituição Federal de 1988 assegura:

  • Art. 5º, VI“é inviolável a liberdade de consciência e de crença”.
  • Art. 19, I: proíbe o Estado de “estabelecer cultos religiosos ou igrejas”, reforçando seu caráter laico.
  • Lei nº 9.459/1997 pune a discriminação religiosa, incluindo intolerância contra religiões de matriz africana.

Além disso, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB – Lei nº 9.394/1996) prevê o ensino pluralista, respeitando a diversidade cultural e religiosa (Art. 33).

Denúncia de racismo e intolerância

Zeneida relatou ataques racistas e ameaças após a exposição, incluindo tentativas de derrubar suas redes sociais. Ela cobrou proteção das autoridades.

Críticos também questionaram o foco da vereadora: “O Estado é laico, mas ela só age contra religiões afro-brasileiras. Hipocrisia.”

 

Com informações de Rondoniadinâmica

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