A cheia do rio Madeira vem causando impactos severos dentro das comunidades ribeirinhas localizadas na região do baixo Madeira, onde vivem milhares de porto-velhenses que estão sendo obrigados a conviver com o avanço das águas sobre as suas residências e plantações.
Nas últimas 24 horas, o rio Madeira acabou recuando em seu nível, que foi de 16,60 metros nesta última terça-feira (2), para 16,54 metros nesta quarta (2), fator que vem ajudando nas ações de mitigação dos impactos da cheia.
Vale destacar que a cota de emergência do rio Madeira é de 17 metros, medida alcançada pela última vez na cheia histórica registrada no ano de 2014.
Comunidades no escuro
Em localidades como o distrito de Nazaré, o fornecimento de energia elétrica que havia sido totalmente desligado voltou parcialmente após uma força tarefa da prefeitura de Porto Velho ir até o local e verificar as condições da localidade.
Porém, regiões como São Carlos, Santa Catarina, Demarcação, entre outras, seguem a energia desligada para garantir a segurança da população, que vem sendo atendida com o serviço de fornecimento de água e cestas básicas, além do resgate de cães e gatos em situação de vulnerabilidade.
No distrito de Nazaré fica localizada uma rede de distribuição que manda energia elétrica para as comunidades vizinhas, porém, todo o distrito segue tomado pela água do rio Madeira, que segue em sua cota de alerta.
Sala de Situação
Uma Sala de Situação montada pela prefeitura de Porto Velho vem acompanhando toda a evolução do nível do rio através das previsões metereológicas e dados coletados pela Agência Nacional de Águas – ANA.
Até o momento, o rio segue em sua cota de alerta.
Via Rondoniaovivo